Depois de um curto interregno, eis que regressa a loucura.
Voltarem los Santos Populares. Este ano num houve el tonto mor a dançar com o jarro do Parente, mas houve quem jantasse vinho para depois almoçar àgua e o tonto do morcego é que passa por beberolas quando nem uma pinga provou, é tiste...
Adiante, quinta dia de passeio, as saudade apertam, depois do trabalho chegou-se a hora de meter mais um pouco de gasosa no carro e rumar à capital. Depois de um belo serão, e uma noite meio complicada, acordou-se tarde para ir fazer uma visitnha a um dos gostos mais típicos de Portugal, o belo do pastel de Belém.
Logo depois, uma visita aos novos suecos do IKEA de Loures para almoçar e fazer umas compritas para la casa. Não é que eles tinham lá umas francesinhas suecas mesmo parecidas com as da invicta? Deliciosas...
Mas como nem tudo são rosas, volto a repetir-me, o IKEA é maléfico, para onde quer que olhe, já se vê alguma coisa que se gostava de trazer para casa, mas prontos, o tempo não chega para tudo.
De regresso e para variar, auto-estrada do Atlântico, a bela Óbidos à vista, já cria água na boca para a loucura do próximo mês. Saindo depois das Caldas, fomos ver o mar, primeiro o da baía calma de S. Martinho, embora já tenho tomado um banho bem nojento num dos cantos dessa baía graças ao Prof. do Milho e suas canoas, e depois Nazaré, la praia más típica de Portugal.
Regressando a casa, tempo ainda para ver o coração de chocolate da minha primita ^^
Para a semana deve haver mais, acho, cya sqwick sqwick
Ser Rafeiro é ser a confusão em pessoa. Ir de um extremo ao outro, opostos que resultam numa amálgama de ser que poucos compreendem ou tentam compreender. Sou como sou e não como querem que seja.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Somos...
Somos tudo, ou melhor, não somos nada, apenas pensamos que somos tudo.
Pavoneamos as nossas descobertas e as nossas conquistas, sacrificando aquilo que de melhor temos.
A mãe trouxe-nos a este mundo, mas em vez de o salvarmos apenas o exploramos e destruímos. Somos todos hipócritas, cheios de boas vontades, mas algo acaba sempre por falhar, somos humanos, temos defeitos e falhas, nada é perfeito, nem Deus(es) nem natureza.
A diferença é que a natureza providencia, nada se estraga, tudo se aproveita, apesar das falhas e defeitos, por muito que não percebamos o porquê de certas coisas, a natureza arranja sempre uma maneira independentemente do que nós possamos ou queiramos fazer.
Ainda é ela que manda no planeta, não nós, nós nunca iremos conseguir domar a mãe, pois ela retribui sempre aquilo que nós lhe damos. Somos o cancro do planeta.
Imaginem um Mundo sem humanos, como já aconteceu e provavelmente voltará a acontecer, um Mundo animal, uns comem os outros são comidos, eventualmente, todos voltam à terra, tudo faz parte do ciclo da vida. A natureza embora cruel por vezes é assim, adaptação, não do mais forte, mas do mais bem equipado para as adversidades.
Nós, nós tinhamos tudo o que poderíamos precisar e escolhemos a destruição.
Somos a única espécie do reino animal que tem prazer na destruição e no mal dos outros.
Ainda há alguma bondade na espécie humana, como em tudo, não podemos julgar todos pelas más práticas de alguns, mas que a mãe estaria bem melhor sem nós, estaria.
Pavoneamos as nossas descobertas e as nossas conquistas, sacrificando aquilo que de melhor temos.
A mãe trouxe-nos a este mundo, mas em vez de o salvarmos apenas o exploramos e destruímos. Somos todos hipócritas, cheios de boas vontades, mas algo acaba sempre por falhar, somos humanos, temos defeitos e falhas, nada é perfeito, nem Deus(es) nem natureza.
A diferença é que a natureza providencia, nada se estraga, tudo se aproveita, apesar das falhas e defeitos, por muito que não percebamos o porquê de certas coisas, a natureza arranja sempre uma maneira independentemente do que nós possamos ou queiramos fazer.
Ainda é ela que manda no planeta, não nós, nós nunca iremos conseguir domar a mãe, pois ela retribui sempre aquilo que nós lhe damos. Somos o cancro do planeta.
Imaginem um Mundo sem humanos, como já aconteceu e provavelmente voltará a acontecer, um Mundo animal, uns comem os outros são comidos, eventualmente, todos voltam à terra, tudo faz parte do ciclo da vida. A natureza embora cruel por vezes é assim, adaptação, não do mais forte, mas do mais bem equipado para as adversidades.
Nós, nós tinhamos tudo o que poderíamos precisar e escolhemos a destruição.
Somos a única espécie do reino animal que tem prazer na destruição e no mal dos outros.
Ainda há alguma bondade na espécie humana, como em tudo, não podemos julgar todos pelas más práticas de alguns, mas que a mãe estaria bem melhor sem nós, estaria.
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