Ó tempo, volta para trás, traz-me aquilo que perdi :P
Pois é o rafeiro prepara-se para entrar no último ano dos 20, cada vez mais podre, cada vez com menos juízo eheh. Venha a festa e siga a loucura
Ser Rafeiro é ser a confusão em pessoa. Ir de um extremo ao outro, opostos que resultam numa amálgama de ser que poucos compreendem ou tentam compreender. Sou como sou e não como querem que seja.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Saudade...
Saudade, aquela bela palavra que tão bem define o povo português.
Somos um povo saudoso, sentimos saudade dos que já partiram, sentimos saudade quando a pessoa de quem gostamos está longe de nós durante muito tempo, temos saudade do que perdemos, do que deixámos para trás, temos saudades de tempos melhores, especialmente se olharmos para as negras nuvens do nosso futuro.
A saudade não se traduz, não há palavra que consiga explicar este sentimento, pois ele é muito mais do que sentir falta de algo.
Pois neste momento, do que tenho mais saudade é daquele sentimento de total libertação, o extâse de poder treinar, por muito cansado que estivesse, por muito chateado ou stressado que estivesse, havia sempre algo que podia atenuar isso.
Já à algum tempo que perdi isso, espero voltar a encontrá-lo em breve.
Somos um povo saudoso, sentimos saudade dos que já partiram, sentimos saudade quando a pessoa de quem gostamos está longe de nós durante muito tempo, temos saudade do que perdemos, do que deixámos para trás, temos saudades de tempos melhores, especialmente se olharmos para as negras nuvens do nosso futuro.
A saudade não se traduz, não há palavra que consiga explicar este sentimento, pois ele é muito mais do que sentir falta de algo.
Pois neste momento, do que tenho mais saudade é daquele sentimento de total libertação, o extâse de poder treinar, por muito cansado que estivesse, por muito chateado ou stressado que estivesse, havia sempre algo que podia atenuar isso.
Já à algum tempo que perdi isso, espero voltar a encontrá-lo em breve.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Teoria do Portuga...
Estavam um inglês, um alemão e um português num café quando o inglês diz
aos outros:
- Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo
- Pois, pois - dizem os outros.
- Estou-vos a dizer. A barba, a túnica....
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que ideia!
- Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
- Já disse que não. Mas fala mais baixo.
- Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efectivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
- Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer
milagres. O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o
joelho e cura-o.
- Obrigado. Ficarei eternamente grato - agradece, emocionado, o inglês.
- Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém.
O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo dirigiu-se a ele.
- O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um
olho de vidro. Cura-me.
- Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo.
O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e
curou-o.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à
espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada.
Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a
mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
- E tu, não queres que.....
O português levanta-se de um salto, afastando-se dele:
- Eh, tira as mãozinhas que eu estou de baixa!!!
aos outros:
- Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo
- Pois, pois - dizem os outros.
- Estou-vos a dizer. A barba, a túnica....
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que ideia!
- Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
- Já disse que não. Mas fala mais baixo.
- Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efectivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
- Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer
milagres. O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o
joelho e cura-o.
- Obrigado. Ficarei eternamente grato - agradece, emocionado, o inglês.
- Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém.
O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo dirigiu-se a ele.
- O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um
olho de vidro. Cura-me.
- Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo.
O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e
curou-o.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à
espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada.
Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a
mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
- E tu, não queres que.....
O português levanta-se de um salto, afastando-se dele:
- Eh, tira as mãozinhas que eu estou de baixa!!!
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