Na manhã do 3º dia na isla bonita ajuda-se o tonto cozinheiro a carregar umas sacas de adubo para ir plantar umas semilhas, almoçar e viva a vida de lord.
Gente fina é outra coisa, tarde toda at Kalhaus, jantar e mais um bocadinho de kalhaus regado de briza e laranjada, beleza.
Mais uma noite e hora de pegar em toda a família e para cima, chão da Ribeira, River Floor. até há quem já se tenha perdido e em vez de ir para as natural pools tenha acabado no Chão da Ribeira não é tontos?
Chegando na palhosca de Javy, hora de umas espetadinhas em pau de louro. Colhem-se uns pauzinhos, espeta-se a carne, acende-se o lume e fiesta.
Mas, Oden's bolloks, esta gente quer deixar o rafeiro a andar aos zigs e aos zags. Para além das corais, uma banheira de tintol caseiro do pai do tonto cozinheiro, descendo para o Seiçal mais uma paragem para ponchinha, irra que esta do tio dele matava um. Desconfio que a aguardente de cana usada era da mesma do Cantinho da Paz, da-se...
Chegando no fundo, alchl subindo, Kalhaus time e mais poncha e à noite jantar na casa dos pais da tonta, raios que o pai dela ainda queria dar mais, depois de todo o esforço da tarde para não beber demasiado, toda a gente empurrava alchl para o je. E como era Sábado, night out at Kalhaus, fiesta, línguas fora, Pestana Style.
Tirando a falta de guitarradas, até num tava mal, oldies e alguns sons bacanos, altamente ville ^^
Ser Rafeiro é ser a confusão em pessoa. Ir de um extremo ao outro, opostos que resultam numa amálgama de ser que poucos compreendem ou tentam compreender. Sou como sou e não como querem que seja.
domingo, 21 de março de 2010
Up, up and.... up
Hora da compensação...
como esta semana foi complicada e não houve tempo, os atentos seguideiros do brog do morcegoide têm direito a 2 entradas. Seguindo as aventuras na Pérola do Atlântico, logo de manhã, o télélé falhou. Por alguma razão, a bateria não carregou, télélé desligado dá em late wake up call.
Siga para o duche e hop per Porto Moniz, terra de natural swiming pools of cimento. Almocinho com vista para o mar e siga Alfredo per arriba, Paúl da Serra, atravessar meia ilha para ver la degracia na capital e na Ribeira Brava.
Mais uma paragem para ver o vaquedo pastando e largar os bofes de rir com as canelas do tonto cozinheiro. Atão na é que o tonto queria mostrar que a urze aguentava, pero jogou-se, a urze abriu, ficou de canelas para o ar e completamente esbardalhado no chão ahah.
Atravessa-se um fog de cortar à moto-serra e eis que aparece o Jungle Rain Hotel. Mais um ponchinha...
Uma visita rápida ao boss tonto e ganha-se um novo vício weeeee ^^
como esta semana foi complicada e não houve tempo, os atentos seguideiros do brog do morcegoide têm direito a 2 entradas. Seguindo as aventuras na Pérola do Atlântico, logo de manhã, o télélé falhou. Por alguma razão, a bateria não carregou, télélé desligado dá em late wake up call.
Siga para o duche e hop per Porto Moniz, terra de natural swiming pools of cimento. Almocinho com vista para o mar e siga Alfredo per arriba, Paúl da Serra, atravessar meia ilha para ver la degracia na capital e na Ribeira Brava.
Mais uma paragem para ver o vaquedo pastando e largar os bofes de rir com as canelas do tonto cozinheiro. Atão na é que o tonto queria mostrar que a urze aguentava, pero jogou-se, a urze abriu, ficou de canelas para o ar e completamente esbardalhado no chão ahah.
Atravessa-se um fog de cortar à moto-serra e eis que aparece o Jungle Rain Hotel. Mais um ponchinha...
Uma visita rápida ao boss tonto e ganha-se um novo vício weeeee ^^
sexta-feira, 12 de março de 2010
We're going to Madera....
E tudo a quebrada levou...
Depois de mais de ano e meio de trabalho, finalmente chegou o tempo de tirar umas férias. O rafeiro, a beby, o tonto cozinheiro e a tonta passeiam-se pela isla bonita. Só faltava mesmo o tonto mor e o mano.
Tirando o chocalhanço no inicio da viagem por causa da tempestade que andava pela capital. Chegando pela noitinha, ainda deu para ter um velo vislumbre do mar nocturno, sob as luzes do Funchal.
Demos inicio à viagem até ao Seiçal pelas antigas estradas, viagem essa que durou mais que o previsto, graças aos compadres do pai do tonto cozinheiro. Sai coral e dentinho, começa bem.
Apesar de ser noite, as sombras, contrastes e luzes, deixavam já antever uma paisagem de cortar a respiração. Passando pelas encostas, túneis e vales chegamos finalmente ao destino onde nos esperava um repasto preparado pela avó do tonto cozinheiro.
O acolhimento desta gente humilde é digno da mais alta referência. Depois da janta, hora do primeiro impacto, Kalhau's bar e primeira poncha da viagem.
Hora de dormir, ah o barulho do mar, cortado pelo ressonar do rafeiro, segundo mi beby, foi uma bela sinfonia.
De manhã, toda a beleza escondida pelo véu nocturno revelu-se e foi hora de um momento kodak, first picture in Madeira.
Acordou-se cedo para tomar o pequeno-almoço e dar a primeira volta pela North shore, primeira ordem de serviços, ir buscar a tonta. Do mar para o vale, do vale para o Chão da Ribeira e regresso ao mar. Primeira paragem para souvenirs no Véu da noiva onde Tudo a quebrada levou, túnel, estrada, tudo, só ficou o véu e um monte de cascalho junto ao mar.
À tarde, pegamos em todo mundo e na avó do tonto cozinheiro e fomos para S. Vicente visitar as grutas que na verdade são tubos de lava e não grutas :p, passagem pelo centro de vulcanismo e Ai Jezus (com a vozinha da avó do tonto). Uma visita altamenteville na terra da tonta e do tonto mor.
Deitado no fim do dia, recuerdos na mala, não consigo deixar de ficar abismado com a enorme beleza desta pérola, mesmo de tirar o fôlego.
Amanhã, a continuação das aventuras do rafeiro e amigos, squick.
Depois de mais de ano e meio de trabalho, finalmente chegou o tempo de tirar umas férias. O rafeiro, a beby, o tonto cozinheiro e a tonta passeiam-se pela isla bonita. Só faltava mesmo o tonto mor e o mano.
Tirando o chocalhanço no inicio da viagem por causa da tempestade que andava pela capital. Chegando pela noitinha, ainda deu para ter um velo vislumbre do mar nocturno, sob as luzes do Funchal.
Demos inicio à viagem até ao Seiçal pelas antigas estradas, viagem essa que durou mais que o previsto, graças aos compadres do pai do tonto cozinheiro. Sai coral e dentinho, começa bem.
Apesar de ser noite, as sombras, contrastes e luzes, deixavam já antever uma paisagem de cortar a respiração. Passando pelas encostas, túneis e vales chegamos finalmente ao destino onde nos esperava um repasto preparado pela avó do tonto cozinheiro.
O acolhimento desta gente humilde é digno da mais alta referência. Depois da janta, hora do primeiro impacto, Kalhau's bar e primeira poncha da viagem.
Hora de dormir, ah o barulho do mar, cortado pelo ressonar do rafeiro, segundo mi beby, foi uma bela sinfonia.
De manhã, toda a beleza escondida pelo véu nocturno revelu-se e foi hora de um momento kodak, first picture in Madeira.
Acordou-se cedo para tomar o pequeno-almoço e dar a primeira volta pela North shore, primeira ordem de serviços, ir buscar a tonta. Do mar para o vale, do vale para o Chão da Ribeira e regresso ao mar. Primeira paragem para souvenirs no Véu da noiva onde Tudo a quebrada levou, túnel, estrada, tudo, só ficou o véu e um monte de cascalho junto ao mar.
À tarde, pegamos em todo mundo e na avó do tonto cozinheiro e fomos para S. Vicente visitar as grutas que na verdade são tubos de lava e não grutas :p, passagem pelo centro de vulcanismo e Ai Jezus (com a vozinha da avó do tonto). Uma visita altamenteville na terra da tonta e do tonto mor.
Deitado no fim do dia, recuerdos na mala, não consigo deixar de ficar abismado com a enorme beleza desta pérola, mesmo de tirar o fôlego.
Amanhã, a continuação das aventuras do rafeiro e amigos, squick.
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