NOT
Não sei porquê, desde que ando nestas andanças dos buracos, é só eventos vips e personagens vips a passarem.
Em 3 anos de serviços, já me puseram ao lado da Benedita Pereira, Dino Alves, Helder Reis, Tânia Ribas de Oliveira, Prof. José Hermano Saraiva, Chacal, é a loucura total.
Depois o mais estranho é que devem achar que os meus pequenos olhos ficam bem na tv.
Para além da treta de apresentação no Canal 6 da Pluricanal, 2 Praças da Alegria, 1 Portugal no Coração, 1 destinos.pt.
Já para não falar no vídeo dos CAIM - Stone Rain. Nunca na vida vi tanto modelo junto. Foi ao ponto de me confundirem com um deles, lol, piadão do caraças, havia de dar um belo modelo com cara de tótó e barriga do tamanho da minha, lol.
Seguem-se jantares de engravatados, Horizontes da Memória, onde felizmente já não apareci, mas fiquei com um retrato de recuerdo do Prof. José Hermano Saraiva. Incrivel como um homem com 90 e tal anos, já bem carregado pela idade parece um jovem quando chega a vez de falar de história. A sério, enquanto está em descanso parece um velhinho frágil, quando lhe dão sinal para falar, é igualzinho ao que sempre vimos na tv.
Há uns 2 anos mais coisa menos coisa, apareceu por cá também uma das sobrinhas da Cinha Jardim que na minha humilde e grande ignorância, não achei nada de especial :p.
A última grande vedeta foi o Chacal, ganda maluco o homem, mais um retrato para a colecção. Vamos a ver quem se segue squick...
Ser Rafeiro é ser a confusão em pessoa. Ir de um extremo ao outro, opostos que resultam numa amálgama de ser que poucos compreendem ou tentam compreender. Sou como sou e não como querem que seja.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Alma Lusitana
Passeando pelo bom e velho tubas, lembrei-me de procurar este belo vídeo, porque a nossa cultura e a nossa herança não têm culpa de quem somos hoje nem de quem nos governa, graças aos deuses, não votei em nenhum dos eleitos, lol.
Podem dizer o que quizerem, mas por muito que eu seja apaixonado pela cultura da idade média escandinava e oriental, tenho muito orgulho no legado dos nossos avós.
Não critiquem o país por sermos governados por quem somos, fomos nós que os lá pusemos, ou melhor, foi quem votou neles.
Tenham orgulho nas vossas raízes, pois sem isso não somos nada. Sou português, lusitano de gema e com muito orgulho na história da minha nação.
Agora vejam e digam se não é das coisas mais lindas que já viram.
Podem dizer o que quizerem, mas por muito que eu seja apaixonado pela cultura da idade média escandinava e oriental, tenho muito orgulho no legado dos nossos avós.
Não critiquem o país por sermos governados por quem somos, fomos nós que os lá pusemos, ou melhor, foi quem votou neles.
Tenham orgulho nas vossas raízes, pois sem isso não somos nada. Sou português, lusitano de gema e com muito orgulho na história da minha nação.
Agora vejam e digam se não é das coisas mais lindas que já viram.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
I believe I can fly...
Para variar o tubas anda meio marado por isso não dá para meter o vídeo que queria, para ajudar, o outro artigo que queria fazer ainda vai levar tempo a preparar, por isso, fica mais um relato de semana.
Para começar bem depois do regresso de tierras de nuestros hermanos, eu e Javi fomos com Mónique ao Festival Nacional de Gastronomia de Santarém. Para o que aquilo foi, devo confessar que fiquei decepcionado, pois para quem conheceu o certame há uns anos atrás, está bastante diferente. Pelo menos deu para matar as saudades da bela ponchinha de terra do Javi e do Pestana. Mónique ainda ganhou um chupa de chicolate das Caldas e o rafeiro trouxe uns rebuçados das ilhas, nham.
No meio de tudo, a semana ficou marcada pelo regresso aos treinos com o big boss. Já tinha saudades de fazer a estrada daqui para Almeirim para 1h00 de puro treino. Até deu para ficar com um gostinho diferente pelo combate eheh:).
Melhor de tudo, foi ter a visita da minha adorada flor. Estes dias foram excelentes mas deu bastantes saudades na despedida. Espero pela próxima folga para te voltar a ver ^^.
Squick
Para começar bem depois do regresso de tierras de nuestros hermanos, eu e Javi fomos com Mónique ao Festival Nacional de Gastronomia de Santarém. Para o que aquilo foi, devo confessar que fiquei decepcionado, pois para quem conheceu o certame há uns anos atrás, está bastante diferente. Pelo menos deu para matar as saudades da bela ponchinha de terra do Javi e do Pestana. Mónique ainda ganhou um chupa de chicolate das Caldas e o rafeiro trouxe uns rebuçados das ilhas, nham.
No meio de tudo, a semana ficou marcada pelo regresso aos treinos com o big boss. Já tinha saudades de fazer a estrada daqui para Almeirim para 1h00 de puro treino. Até deu para ficar com um gostinho diferente pelo combate eheh:).
Melhor de tudo, foi ter a visita da minha adorada flor. Estes dias foram excelentes mas deu bastantes saudades na despedida. Espero pela próxima folga para te voltar a ver ^^.
Squick
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Montes de España donde la Coral es Verd, Part 2
Há quem diga que ir 5 dias para Espanha em trabalho é o mesmo que ir de férias. Claramente nunca experimentaram. Primeiro, os atrasos superiores a uma hora na partida, depois a maldita viagem de autobúzio, mais de 6 horas para atravessar meio país e toda a Galiza.
Chegados à coruña, instalação nos quartos e descansar os ossos por uns minutinhos, jantar o grupo com o pesadelo Espanhol das facturas separadas. Naquelas terras, qualquer guardanapo com carimbo serve, valor cá, zero ou inferior.
Deitar cedo, levantar cedo, banho, pequeno-almoço, porta a porta. Gastar saliva e sola de sapatos a percorrer as calles à procura de Agências que nos quisessem escutar. Regresso ao hotel, fazer a mala, check out e preparar tudo para mais trabalho. Receber Agentes de Viagens, gastar mais saliva, tentar vender o nosso peixe o melhor que se sabe, almoço. Provar pela primeira vez crepes de bacalhau, que não são nada maus, parabéns à cozinheira que era portuguesa e levada por nós, lol. Só foi pena não ter aparecido muita gente.
Fim de serviço, mudar para roupa mais prática e siga para bingo. Vigo à vista… Chegar, check in, largar malas no quarto, mais um jantar em grupo, dormir cedo, acordar cedo, banho, pequeno-almoço, porta a porta. Eta terra de ladeiras, descer descer descer, quase até ao mar, depois subir aquela monstruosidade de volta ao hotel, à pressa que o meio-dia estava a chegar (hora normal de check out nos hotéis), ainda deu tempo para um último contacto, bastante interessante por sinal. Chegados no hotel, surpresa, check out pode ser efectuado até às 15h00.
Subir ao quarto, fazer mala, limpar o suor do rosto, mudar de roupa, check out, siga trabalho… Mais um fiasco, ou quase. Nuestros hermanos aparecem com 1 hora de atraso. Ainda deu para uns quantos contactos ainda assim. Depois do almoço mais um cambio de roupa e outras 6 horas de caminho hasta Valladolid. Jantar pelo caminho, chegada noite dentro, check in, subir ao quarto, preparar as coisas para o dia seguinte, trrim trrim, telefona a amiga Carla a informar que lhe tinham dado um quarto ocupado. Entre o pijama debaixo da almofada, os lençóis com aspecto de uso, as meias na gaveta, amenities a meio e tampo da sanita levantado, só faltava estar alguém na cama para lhe dar as boas vindas. Sai uma troca de quarto.
Mais uma noite de sono, mais um banho, mais um pequeno-almoço, mais um porta a porta. Meio perdidos de inicio lá fomos encontrando as Agências o que resultou numa agradável manhã de trabalho, pois se no primeiro dia de porta a porta era à lone ranger, no segundo, já foi a pares e neste terceiro era um quarteto, o que até resultava bastante bem para promover circuitos. Regresso ao hotel, mais um engravatamento, mais um workshop. Balanço total, mais de 50 contactos comerciais e 3 workshops, uns quantos quilómetros a pé e ainda mais de autobúzio.
Fim de trabalho, passeio, wege. Sim, porque já que temos que ficar mais um dia, que se aproveite a estadia. Durante a tarde, montras e lojas com o pessoal, o caminho ainda se encontram umas quantas agências falhadas no porta a porta da manhã, mas o que vale é que o material promocional voou praticamente todo. Mais um jantar em grupo, mais uma factura manhosa. Quem ganho foi o dono do restaurante, 17 pessoas, total de conta superior a 600 aéreos.
E siga fiesta, wege, primero bar vip, segundo bar boudha, tercero bar que mais parecia um antro de piratas com as deco do halloween, ideal para umas belas guitarradas ao gosto rafeiro. O quarto é que já não houve que no dia seguinte era alvorada para mais umas quantas horas de caminho.
No final, 2 dias de viagem, 3 de trabalho e umas horitas de diversão, dificilmente podem ser apelidadas de férias. Prefiro um dia de folga junto da minha flor a tudo isto.
Como sempre valeu a fabulosa equipa, António, Dra. Graça, Ana Isabel, a boss Suzly não que desta vez baldou-se, mas por um excelente motivo, parabéns boss ^^. E claro, as novas e velhas amizades, de workshops passados, Fernando, Pedro, Paula, Rui, Rafael, Nuno, Yulia, Carla, João, Tiago, Susana, Filomena, Carlos, Luís, Márcia, Oriol, Mateo, Hema, obrigado a todos por mais um fantástico workshop.
Até para a semana, squick
Chegados à coruña, instalação nos quartos e descansar os ossos por uns minutinhos, jantar o grupo com o pesadelo Espanhol das facturas separadas. Naquelas terras, qualquer guardanapo com carimbo serve, valor cá, zero ou inferior.
Deitar cedo, levantar cedo, banho, pequeno-almoço, porta a porta. Gastar saliva e sola de sapatos a percorrer as calles à procura de Agências que nos quisessem escutar. Regresso ao hotel, fazer a mala, check out e preparar tudo para mais trabalho. Receber Agentes de Viagens, gastar mais saliva, tentar vender o nosso peixe o melhor que se sabe, almoço. Provar pela primeira vez crepes de bacalhau, que não são nada maus, parabéns à cozinheira que era portuguesa e levada por nós, lol. Só foi pena não ter aparecido muita gente.
Fim de serviço, mudar para roupa mais prática e siga para bingo. Vigo à vista… Chegar, check in, largar malas no quarto, mais um jantar em grupo, dormir cedo, acordar cedo, banho, pequeno-almoço, porta a porta. Eta terra de ladeiras, descer descer descer, quase até ao mar, depois subir aquela monstruosidade de volta ao hotel, à pressa que o meio-dia estava a chegar (hora normal de check out nos hotéis), ainda deu tempo para um último contacto, bastante interessante por sinal. Chegados no hotel, surpresa, check out pode ser efectuado até às 15h00.
Subir ao quarto, fazer mala, limpar o suor do rosto, mudar de roupa, check out, siga trabalho… Mais um fiasco, ou quase. Nuestros hermanos aparecem com 1 hora de atraso. Ainda deu para uns quantos contactos ainda assim. Depois do almoço mais um cambio de roupa e outras 6 horas de caminho hasta Valladolid. Jantar pelo caminho, chegada noite dentro, check in, subir ao quarto, preparar as coisas para o dia seguinte, trrim trrim, telefona a amiga Carla a informar que lhe tinham dado um quarto ocupado. Entre o pijama debaixo da almofada, os lençóis com aspecto de uso, as meias na gaveta, amenities a meio e tampo da sanita levantado, só faltava estar alguém na cama para lhe dar as boas vindas. Sai uma troca de quarto.
Mais uma noite de sono, mais um banho, mais um pequeno-almoço, mais um porta a porta. Meio perdidos de inicio lá fomos encontrando as Agências o que resultou numa agradável manhã de trabalho, pois se no primeiro dia de porta a porta era à lone ranger, no segundo, já foi a pares e neste terceiro era um quarteto, o que até resultava bastante bem para promover circuitos. Regresso ao hotel, mais um engravatamento, mais um workshop. Balanço total, mais de 50 contactos comerciais e 3 workshops, uns quantos quilómetros a pé e ainda mais de autobúzio.
Fim de trabalho, passeio, wege. Sim, porque já que temos que ficar mais um dia, que se aproveite a estadia. Durante a tarde, montras e lojas com o pessoal, o caminho ainda se encontram umas quantas agências falhadas no porta a porta da manhã, mas o que vale é que o material promocional voou praticamente todo. Mais um jantar em grupo, mais uma factura manhosa. Quem ganho foi o dono do restaurante, 17 pessoas, total de conta superior a 600 aéreos.
E siga fiesta, wege, primero bar vip, segundo bar boudha, tercero bar que mais parecia um antro de piratas com as deco do halloween, ideal para umas belas guitarradas ao gosto rafeiro. O quarto é que já não houve que no dia seguinte era alvorada para mais umas quantas horas de caminho.
No final, 2 dias de viagem, 3 de trabalho e umas horitas de diversão, dificilmente podem ser apelidadas de férias. Prefiro um dia de folga junto da minha flor a tudo isto.
Como sempre valeu a fabulosa equipa, António, Dra. Graça, Ana Isabel, a boss Suzly não que desta vez baldou-se, mas por um excelente motivo, parabéns boss ^^. E claro, as novas e velhas amizades, de workshops passados, Fernando, Pedro, Paula, Rui, Rafael, Nuno, Yulia, Carla, João, Tiago, Susana, Filomena, Carlos, Luís, Márcia, Oriol, Mateo, Hema, obrigado a todos por mais um fantástico workshop.
Até para a semana, squick
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